DR. FERNANDO LISSA

Cirurgião Oncológico

  • Graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Residência Médica Cirurgia Geral – Hospital Conceição POA (RS)
  • Residência Médica Cirurgia Oncológica – Hospital do Câncer Santa Rita POA (RS)
  • Mestre em Ciências da Saúde – PPG UNESC SC
  • Membro da Sociedade Americana de Cirurgia Oncológica
  • Membro da Sociedade Europeia de Cirurgia Oncológica
  • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica
  • Membro da Sociedade Brasileira e Mundial de Câncer Gástrico

ESPECIALIDADES

Carcinoma gastrointestinal (esôfago, estômago, fígado, vesícula biliar, pâncreas, intestinos, reto)

Carcinomas ginecológicos (vulva, vagina, útero, endométrio, ovário)

Carcinomas de pele (epidermóide, basocelular, melanoma)

ENTENDENDO O CÂNCER

Normalmente, as células do nosso corpo crescem e se dividem para formar novas células e tecidos, dependendo das necessidades do nosso corpo. No processo normal, as células envelhecidas e lesadas (machucadas), morrem e novas células normais tomam o seu lugar. Às vezes, este processo natural “vai mal”, células anormais se formam e se multiplicam, tornando-se uma massa de tecido chamada tumor. Os tumores podem ser benignos ou malignos:
  • As células dos tumores benignos não invadem os tecidos ao seu redor e não se espalham para outras partes do corpo.
  • Em geral, os tumores benignos podem ser removidos e normalmente não voltam a crescer.
  • Tumores benignos raramente são fatais.
  • As células de tumores malignos podem invadir e danificar tecidos adjacentes.
  • As células cancerosas podem se espalhar para outras partes do corpo através do sangue e sistema linfático (”ínguas”).
  • A propagação do câncer é chamada de metástase.
  • Os tumores malignos podem ser removidos cirurgicamente.
  • Os tumores malignos podem ser fatais.

SINAIS E SINTOMAS DO CÂNCER

Os carcinomas podem apresentar sinais e/ou sintomas durante o seu desenvolvimento. Geralmente estes aparecem quando o câncer esta em um estádio mais avançado.
  • Perda de peso inexplicável
  • “Inchaço” na barriga
  • Fadiga (cansaço) constante
  • Anemia
  • Perda do apetite ou constante sensação de plenitude
  • Dor e/ou dificuldade para engolir
  • Vômito com sangue
  • Icterícia (”amarelão”)
  • Dor e/ou cólica abdominal
  • Dor nas costas
  • Fezes com sangue / Alteração do hábito intestinal
  • Sangramento vaginal anormal
  • Perna inchada unilateral
  • Adenopatia (íngua) nas regiões inguinais (virilha), axilar e cervical (pescoço)
  • Feridas na pele que não cicatrizam e/ou sangram
  • Sinal de pele com coloração preta
  • Tumores debaixo da pele maiores que 5cm
Tendo um ou mais destes sinais e/ou sintomas não significa que você tem câncer, mas se eles estão presentes nas últimas duas semanas ou mais, consulte um médico. O câncer, mesmo em estádios mais avançados, tem tratamento e pode ser curado.

FATORES DE RISCO

A medicina muitas vezes não consegue explicar porque uma pessoa desenvolve câncer e outra não. Pesquisas mostram que determinados fatores de risco aumentam a probabilidade de uma pessoa vir a desenvolver um câncer.

  • Idade acima de 50 anos
  • Tabaco
  • Luz solar
  • Radiação ionizante
  • Certos produtos químicos e outras substâncias
  • Alguns vírus e bactérias
  • Certos hormônios
  • História familiar de câncer
  • Álcool
  • Má alimentação, falta de atividade física, ou estar acima do peso

 

Ao longo do tempo, alguns fatores podem agir sozinhos ou em conjunto para
fazer com que células normais se tornem cancerígenas.

Nem tudo causa câncer. O carcinoma não é causado por um machucado, como uma pancada ou uma contusão. O câncer não é contagioso. Apesar de infecções com determinados vírus ou bactérias poderem aumentar o risco de alguns tipos de câncer, ninguém pode “pegar” câncer de outra pessoa. Ter um ou mais fatores de risco não significa que você vai ter câncer. A maioria das pessoas que tem fatores de risco nunca desenvolvem câncer. Algumas pessoas são mais sensíveis do que outras para os fatores de risco conhecidos.

PERGUNTAS FREQUENTES NO DIAGNÓSTICO DO CÂNCER

Estou com câncer, e agora? O que faço?
Em primeiro lugar, não fique desesperado pois todos os tipos de câncer tem algum tipo de tratamento. Segundo, fale com seus familiares a respeito, pois são eles que vão dar todo o apoio necessário para vencer esta doença.

Não. Porém, quanto antes tratado, melhor.

Sim, pode ser curável. E esta cura é maior quanto mais cedo for feito o diagnóstico e tratado.

Nós podemos desenvolver um câncer por estarmos expostos a fatores de risco externos (p.ex. cigarro) e/ou a fatores genéticos hereditários (p.ex. pai ou mãe com história de câncer).

Você deve procurar um médico de sua confiança e/ou procurar um especialista da área como um Cirurgião Oncológico (cirurgia), um Oncologista Clínico (quimioterapia), ou um Radioterapeuta (radioterapia). Os especialistas foram treinados para oferecer o melhor tratamento para cada tipo de carcinoma. A maioria dos casos, em torno de 70%, são tratados com cirugia oncológica e posterior quimioterapia.
  • Cirurgia oncológica: Modalidade mais usada no tratamento de tumores sólidos.
  • Quimioterapia: É utilizada principalmente, após a cirurgia oncológica. Em alguns casos pode ser usada antes de um tratamento cirúrgico, para diminuir o tamanho do tumor.
  • Radioterapia: Geralmente utilizada após o tratamento cirúrgico oncológico.

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